Imprimindo Pele

No Centro de Pesquisa Militar de Wake Forest University, cientistas pesquisam sobre a impressão de células da pele, para vítimas de queimaduras.
O método é muito superior ao de enxertos de pele tradicionais, pois, os enxertos exigem retirada de pele a partir de um lugar no corpo do paciente. Tirar a pele é um processo doloroso e, por vezes, os pacientes não têm sequer o suficiente para transplantar.
O processo é o seguinte: primeiramente é coletado amostras de pele do paciente, onde as células serão encubadas e estimuladas a se multiplicar.   
Uma vez que há células suficientes, colocam as num cartucho de tinta estéril e um laser faz o escaneamento de toda a área ferida, definindo cada tipo de célula a ser impressa.
Em seguida, a impressora com jato de tinta modificado estabelece as células individualmente, uma camada de cada vez até que a área queimada é completamente coberta.
“A bio-impressora coloca gotas de cada tipo de célula exatamente onde ele precisa ir”, explica Kyle Binder, um cientista biomédico de Wake Forest University. “A ferida fica cheia e, em seguida, as células tornam-se uma nova pele”.
Impressora
Eles já estão realizando testes clínicos com ratos, e os resultados têm sido positivos. Os ratos tratados com a impressão das células se curaram duas semanas mais rápido do que os ratos que não receberam o tratamento.
Com essa tecnologia aperfeiçoada, imagine poder reconstituir nervos, ossos, veias, músculos, tecidos de órgãos…
Pode ser que futuramente nunca mais precisaremos de próteses ou marca-passos, pois  teremos uma máquina que “regenera” partes uma pessoa.

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